Bombas Pneumáticas BPV

A Linha de Bombas Pneumáticas BPV é composta por bombas de diafragma de acionamento pneumático extremamente robustas e fabricadas especialmente para a Vallair do Brasil.

Vazões: até 52.680 l/h
Pressões: até 15,7 bar

Características

A linha oferece bombas plásticas e metálicas com bitolas de 1/4″ a 3″ que cobrem um amplo range de opções de vazão x pressão e também opções de bombas para aplicações em alta pressão ou para projetos especiais.

  • São fabricadas nas construções metálica, plástica, alta-pressão e sanitária de esfera ou flap.
  • Vários materiais de carcaças e diafragmas possibilitam a escolha do modelo mais adequado e econômico.

Series: Metálicas, Plásticas, Alta-Pressão, Sanitárias e FDA.

Carcaças: Kynar, Polipropileno, Acetal, Aço Inox, Alumínio e Ferro Fundido.

Vantagens

  • Construção prática e funcional
  • Menor custo do equipamento e das peças de reposição
  • Menor quantidade de peças
  • Fácil instalação e manutenção
  • Sem lubrificação do sistema pneumático
  • Equipamento totalmente parafusado, sem uso e abraçadeiras
  • Contrução com esferas e flaps para bombas sanitárias
  • Sistema pneumático em aço inoxidável 316L (opcional)
  • Kit de serviço em todas as bitolas facilitando a compra

Aplicações

  • Automotivo: óleo solúvel, fluido hidráulico, ácido sulfúrico, tinta de fundo automotiva.
  • Bebidas: fermento, terra diatomácea, borra, polpa, lúpulo líquido, xarope de açúcar, concentrados, vinho, polpa de fruta, sucos.
  • Cerâmico: argila, pasta de argila, pasta de caulim.
  • Químico e tintas: ácidos, álcalis, solventes, hidróxido de magnésio, vernizes, resinas, látex, adesivos, tintas de concreto, pasta de dióxido de titânio, adesivos, vernizes, cola, epóxi.
  • Cosmético e farmacêutico: loções, cremes hidratantes, emulsões, sabões, extratos vegetais, pastas de tablete, alcoóis.
  • Alimentício: chocolate, vinagre, comida animal, óleo vegetal, óleo de soja, sangue animal.
  • Mineração: lodo de carvão, pasta de rocha, pasta de cimento, argamassa de injeção.
  • Papel e celulose: látex, adesivos, tintas, resinas, argila de caulim, peróxido de hidrogênio.
  • Refinarias: drenagem de tanque, lodo de óleo, limpeza de tanque, drenagem de fosso.
  • Estaleiros: drenagem de tanque e porão, limpeza de navio.
  • Tratamento de água e esgoto: leite de cal, efluentes, produtos químicos.

Carta de cobertura

Linha de Bombas Pneumáticas BPV Vallair - Carta de Cobertura Geral

Informações técnicas

A tabela a seguir apresenta as especificações gerais referentes à nossa linha de bombas pneumáticas. Para detalhes específicos consulte a página de cada linha de produto ou entre em contato com nossa equipe comercial.

MODELOSV08V10V15V20
Pressão (máx.)7.0 bar7.0 bar7.0 bar7.0 bar
Vazão (máx.)0,9 m3/h3 m3/h3 m3/h3 m3/h
Temperatura0 ~ 82ºC0 ~ 65ºC4 ~ 107ºC5 ~ 107ºC
Tamanho das partículas (máx.)1.5 mm1.6 mm2.5 mm2.5 mm
Materiais construtivosCorpo
Kynar (PVDF)
Polipropileno

Câmara pneumática
Polipropileno

Diafragmas
Santoprene
Teflon (PTFE)

Corpo
Polipropileno

Câmara pneumática
Polipropileno

Diafragmas
Buna-N
Hytrel (TPE)
Santoprene
Teflon (PTFE)

Corpo
Kynar (PVDF)
Polipropileno
Polipropileno condutor

Câmara pneumática
Polipropileno

Diafragmas
Buna-N
Hytrel (TPE)
Santoprene
Teflon (PTFE)
Viton (FKM)

Corpo
Alumínio
Aço Inoxidável
 
Câmara pneumática
Polipropileno

Diafragmas
Buna-N
Hytrel (TPE)
Santoprene
Teflon (PTFE)
Viton (FKM)

Catálogos
Catálogo V08
PDF (1.1MB)
Catálogo V10
PDF (1.2MB)
Catálogo V15
PDF (1.4MB)
Catálogo V20
PDF (1.3MB)
MODELOSV25V40V50V80
Pressão (max.)8.6 bar8.6 bar8.6 bar8.6 bar
Vazão (máx.)9 m3/h25 m3/h33,6 m3/h60 m3/h
Temperatura-40 ~ 135ºC5 ~ 93ºC5 ~ 93ºC-40 ~ 135 ºC
Tamanho das partículas (máx.)3.2 mm6.3 mm6.3 mm13.0 mm
Materiais construtivosCorpo
Kynar (PVDF)
Polipropileno
Polipropileno condutor
Alumínio
Aço Inoxidável

Câmara pneumática
Polipropileno
Polipropileno condutor
Alumínio

Diafragmas
Buna-N
Geolast
Hytrel (TPE)
Neoprene
Santoprene
PTFE / EPDM – 2 pçs
Viton (FKM)

Corpo
Kynar (PVDF)
Polipropileno
Polipropileno condutor
Alumínio
Aço Inoxidável

Câmara pneumática
Alumínio
Aço Inoxidável

Diafragmas
Buna-N
Geolast
Hytrel (TPE)
Santoprene
PTFE / Santoprene – 2 pçs.
Viton (FKM)

Corpo
Kynar (PVDF)
Polipropileno
Polipropileno condutor
Alumínio
Aço Inoxidável
Ferro fundido

Câmara pneumática
Alumínio
Aço Inoxidável

Diafragmas
Buna-N
Geolast
Hytrel (TPE)
Santoprene
PTFE / Santoprene – 2 pçs
Viton (FKM)

Corpo
Polipropileno
Alumínio
Aço Inoxidável

Câmara pneumática
Polipropileno
Alumínio

Diafragmas
Buna-N
Geolast
Hytrel (TPE)
Neoprene
Santoprene
PTFE / EPDM – 2 pçs
Viton (FKM)

Catálogos
Catálogo V25
PDF (2.7MB)
Catálogo V40
PDF (1.7MB)
Catálogo V50
PDF (1.6MB)
Catálogo V80
PDF (4.2MB)

Princípio de funcionamento

Bomba Pneumática Vallair BPV AP - Funcionamento

Bombeamento pneumático padrão

A válvula de ar direciona o ar comprimido para a parte traseira do diafragma 1 (lado direito), que por sua vez, transfere a força para a coluna de líquido. O diafragma funciona como um divisor entre o ar comprimido e o fluido. O ar comprimido move o diafragma para fora do bloco central da bomba. O diafragma oposto é puxado para o bloco central pelo eixo, que é ligado ao diafragma que está sob pressão.

O diafragma 2 (lado esquerdo) agora realiza o curso de exaustão de ar; o ar da parte traseira do diafragma é então expelido através da descarga para a atmosfera. O diafragma 2 move-se na direção do bloco central da bomba.

A pressão atmosférica então força o líquido para o coletor de entrada, onde a válvula de esfera é movida de sua sede. Isso permite que o líquido flua livremente pela válvula esfera de entrada e preencha a câmara de líquido. Estando o diafragma sob pressão, e o diafragma 1 atingido o limite de seu curso para fora, a válvula de ar leva ar comprimido para trás do diafragma 2. Esse ar comprimido empurra o diafragma 2 para fora do bloco central, fazendo com que o diafragma 1 seja puxado para o bloco central.

O diafragma 2 empurra a válvula de entrada para sua sede através das forças hidráulicas desenvolvidas. As mesmas forças hidráulicas fazem com que a válvula de descarga seja levantada de sua sede, enquanto a válvula esfera de descarga oposta é forçada para sua sede.

A válvula esfera de entrada é levantada de sua sede, de forma que o líquido possa ser transportado para a câmara molhada. Estando o curso completo, a válvula de ar novamente traz ar para a parte traseira do diafragma 1, e o diafragma 2 começa o curso de exaustão de ar.